Informativo FILATELIA77
02 de Julho de 2009 - Nº 249
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Caros Amigos e Amigas Filatelistas,
O ano está voando. Já se foi a primeira metade dele, com muita coisa boa acontecendo no país todo. E o segundo semestre promete muito mais. Então, vamos lá, tem muita novidade prá vocês...
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Mala Filatélica Circuito das Frutas: Assim como fizemos com as Malas Filatélicas anteriores, também estamos aceitando encomendas antecipadas da "Circuito das Frutas". Clicando na imagem ao lado vocês acessarão a dita cuja na nossa Loja, onde poderão verificar preços (atenção, tem preço especial para assinantes) e prazo para encomenda e pagamento. Não percam tempo: encomendem já as suas...
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Exposição Filatélica e Pedagógica de
Pindamonhangaba: Em comemoração
ao aniversário de Pindamonhangaba, começou na terça-feira, uma exposição
filatélica, com selos sobre Literatura e Esportes. A
exposição se realizou nos dias 29, 30 e 1°, na Biblioteca Municipal
"Professora Maria do Carmo Santos Gomes", e a partir de hoje, dia 2, até o
dia 8, no Museu Histórico e Pedagógico Dom Pedro I e Dona Leopoldina, com
abertura às 15 horas. Amigos, principalmente da região do Vale do Paraíba, apareçam por lá...
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Cuba: A série ao lado foi emitida por Cuba, em comemoração aos XV Jogos Pan-Americanos Rio 2007. Assim como ela, temos muitas outras novidades cubanas na Loja. Já sabem: é só clicar na série aí ao lado para ver tudo...
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Mostra de Maximafilia na Agência Filatélica de Brasília: Dando continuidade à utilização do espaço criado para mostras filatélicas na Agência Filatélica de Brasília, no momento está sendo exibida a coleção de Maximafilia do amigo Aluísio Queiroga, com o tema "Fauna", dividida em três módulos: Peixes e Répteis, Aves e Mamíferos. Os amigos que foram visitá-la elogiaram bastante, principalmente pela divulgação desta variante da Filatelia tão carente de interessados, a Maximafilia (e que é a que mais gosto). Amigos brasilienses, apareçam por lá e verifiquem: a Agência Filatélica de Brasília fica no andar térreo do prédio central dos Correios e fica aberta para visitação das 9:00 às 18:00h, de segunda a sexta-feira.
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Comemorativos Novos do Brasil: Nos últimos dias colocamos à venda muitos dos selos comemorativos novos do Brasil que estavam em falta há algum tempo. Tanto selos antigos, das primeiras décadas do século passado, como de anos recentes. Está tudo separado por período ou ano de emissão, para facilitar a pesquisa... Cliquem na série ao lado para conferir!!!
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Selo personalizado e carimbo comemorativo aos 40 anos da CEAGESP: Para celebrar os 40 anos da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo - CEAGESP, foram lançados, no dia 31 de maio, carimbo comemorativo e selo personalizado alusivos à data. Aberta ao público, a cerimônia ocorreu na sede da Ceagesp, no bairro do Jaguaré, em São Paulo, com a presença de seus dirigentes, funcionários e permissionários, imprensa e autoridades. Para o ato de obliteração, o Diretor da Regional São Paulo Metropolitana dos Correios, José Furian Filho, convidou Renato Maluf, presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), que representava o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; José Gerardo Fontelles, ministro em exercício da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que representava o ministro Reinhold Steffanes; Rubens Boffino e Sérgio Eduardo Arbulu Mendonça, respectivamente presidente e representante do Conselho de Administração da Ceagesp.
José Gerardo Fontelles e José Furian Filho Rubens Boffino e Furian
Renato Maluf e Furian
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Série Europa/Astronomia: Temos disponíveis na Loja todas as peças da Série Europa/Astronomia de Portugal, Açores e Madeira (selos, blocos, FDCs e Máximos Postais). Temos também o selo de Andorra e a série de Mônaco. Já sabem: cliquem no FDC aí ao lado para ver tudo...
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Participação brasileira na Lubrapex 2009: Como vocês já sabem, no período de 2 a 11 de outubro acontecerá, na cidade de Évora (Portugal), a LUBRAPEX 2009 - Exposição Filatélica Luso Brasileira. Com organização sob responsabilidade da Confraria Timbrológica Meridional, o Comissário Brasileiro é o amigo Gilberto Tenor (o Comendador), que, após encerradas as inscrições, informa já estar confirmada a participação brasileira nesta que é a mais antiga exposição filatélica binacional - sua primeira edição foi em 1966 e acontece a cada três anos, alternadamente no Brasil e em Portugal. Clicando na capa do Boletim acima, vocês poderão verificar, no site da FEBRAF (Federação Brasileira de Filatelia) a participação brasileira na Exposição...
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Hungria: Disponibilizamos vários selos e séries da Hungria, a maior parte usados, portanto bem baratos, ótimos para coleções temáticas. Cliquem na série ao lado e confiram!!!
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Site Paulo Comelli: Considero este um dos melhores, se não o melhor, site sobre Filatelia Brasileira. O amigo Paulo Comelli, que dispensa apresentações sobre o seu vasto conhecimento em relação à nossa Filatelia, dá um banho de informações muito úteis aos colecionadores, tanto iniciantes como avançados. As seções que mais gosto neste site são "Filatelia Didática" e "Gemas da Filatelia Brasileira", mas não se limitem a elas: vejam tudo, vale a pena!!! Já sabem: é só clicar na imagem acima para acessar direto...
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FDCMs: Acho que todos vocês conhecem os FDCMs: são peças que reúnem a Filatelia com a Numismática, pois são FDCs que, além do selo e carimbo comemorativo de lançamento, também têm uma moeda comemorativa ao mesmo evento. Temos poucos deles à venda, até porque são pouco emitidos. O destaque da semana é este aí ao lado, em homenagem ao país campeão da Copa do Mundo de 1998 (aquela que queremos apagar da memória...). Cliquem na imagem para ver este e os outros disponíveis...
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Nova emissão Portugal - 900 Anos de Nascimento de D. Afonso Henriques: Em 24 de junho último os Correios de Portugal lançaram esta série, comemorativa aos 900 anos de nascimento de D. Afonso Henriques, composta de um selo e um bloco. O selo tem valor facial de € 0,32 e foi impresso em folhas de 50 unidades, com tiragem total de 330.000 selos. O bloco tem facial de € 3,07 e tiragem de 60.000 unidades. Foram emitidos também dois envelopes de 1º dia para os FDCs oficiais, sendo um para o selo e outro para o bloco.
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Assinatura dos Selos de Portugal: As emissões portuguesas despertam muito interesse por aqui, tanto que está fazendo o maior sucesso o nosso novo serviço de Assinatura dos Selos de Portugal. Vejam as principais características: ► Tranquilidade em garantir a aquisição de todas as peças portuguesas para a sua coleção, não perdendo nenhum lançamento (inclusas as emissões de Açores e Madeira) ► Pagamento e envio dos lotes trimestralmente, não pesando tanto como em aquisições anuais. ► Preço dos selos (e blocos): valor facial acrescido de 20% (nas vendas avulsas, tanto conosco como com outros comerciantes, este ágio varia de 50 a 100%). O câmbio euro/real é calculado na data de fechamento da remessa. ► Períodos dos fechamentos coincidentes com as Assinaturas de Selos do Brasil (dessa forma, para quem assinar Brasil e Portugal, economizará também nas remessas, pois seguirão juntas): - lançamentos fevereiro a abril: fechamento em maio - lançamentos maio a julho: fechamento em agosto - lançamentos agosto a outubro: fechamento em novembro - lançamentos novembro a janeiro: fechamento em fevereiro ► O primeiro fechamento de 2009, que está sendo feito neste mês de maio, excepcionalmente contemplará os lançamentos de janeiro a abril. ► A cada fechamento, assim como fazemos com a Assinatura do Brasil, disponibilizaremos aos assinantes uma página na internet, com informações detalhadas sobre os lançamentos do período (vejam a página com os lançamentos de janeiro a abril e uma simulação de custo desse período, clicando no selo aí em cima). ► Forma de pagamento: depósito/transferência bancária (nas assinaturas a margem de lucro é muito pequena, não viabilizando o recebimento com cartões de crédito). ► Como registrar a Assinatura: enviando email para filatelia77@terra.com.br ou filatelia77@filatelia77.com.br, informando quais e quantas peças quer de cada emissão. Assinem! Qualquer dúvida, é só escrever perguntando...
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Encontro de Itajaí: Nos dias 29 e 30 de maio, conforme divulguei aqui, aconteceu o Encontro de Itajaí. Seguem para vocês algumas fotos do evento, enviadas pelo amigo Ernani Rebello, ao qual agradeço...
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Coleção Máximos Postais Ciclismo: O máximo postal ao lado faz parte de uma série de treze diferentes, produzidos em 1993, na Noruega, em homenagem ao Campeonato Mundial de Ciclismo. Temos os treze à venda, separados, por um precinho bem razoável: apenas R$ 4,00 cada. É só clicar na imagem aí ao lado para ver todos...
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Dupla comemoração em Itaipu: No dia 19 de maio aconteceu o lançamento do selo personalizado e carimbo comemorativo aos 35 anos da Itaipu Binacional. O local de lançamento não poderia ser melhor: a Agência dos Correios Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), que foi inaugurada na mesma cerimônia. Participaram da solenidade o diretor-geral brasileiro, Jorge Miguel Samek, o diretor-superintendente da Fundação PTI, Juan Carlos Sotuyo, o diretor regional dos Correios no Paraná, Itamar Ribeiro, além de diretores da Itaipu, autoridades políticas e religiosas.
Selo personalizado, carimbo comemorativo e agência integram as comemorações dos 35 anos de Itaipu
Descerrada a placa da agência, que vai funcionar no PTI Primeira postagem simbólica, feita por Juan Sotuyo
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Carimbologia: Boa parte dos colecionadores temáticos dá pouca ou nenhuma importância à Carimbologia, ou seja, peças filatélicas cuja importância está nos carimbos. É uma pena, pois nas exposições competitivas os jurados dão muito valor a estas peças, muito mais raras em coleções que os selos. Vejam estes dois exemplos: No envelope da esquerda, temos o carimbo da Exposição Sesquicentenário de Carlos Gomes, realizada em Campinas, em 1986, peça que se encaixa muito bem numa coleção com a temática "Música". No da direita, temos o carimbo da 1ª Expofinter/Orquídeas, que entra muito bem numa coleção temática sobre "Flores", ou, mais especificamente, sobre "Orquídeas". Pois bem, nos últimos dias colocamos à venda uma grande quantidade dessas peças, cuja importância está nos carimbos. E reorganizamos as que já estavam disponibilizadas na Loja. Agora, elas estão disponíveis em duas seções diferentes, para facilitar a pesquisa: "Carimbologia", para os que querem procurar carimbos de um determinado ano, e "Brasil Temáticos", para os que preferem procurar carimbos de temas específicos. Clicando no envelope da esquerda, vocês acessarão a seção de "Carimbologia" e, no da direita, a "Brasil Temáticos". Acessem e vejam tudo!!!
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Portal da Filatelia Temática: O site "Portal da Filatelia Temática", do amigo Carlos Dalmiro Silva Soares, está recheado de informações, principalmente para os colecionadores temáticos, mas não se limita somente a este assunto. A "História da Filatelia" é imperdível, acessem e leiam... Uma dica: quase todas as páginas estão em formato PDF. Para navegar neste site, é necessário ter o programa Adobe Reader instalado.
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FDCs Estrangeiros: A nossa seção de FDCs Estrangeiros está cheia de novidades, como este ao lado, emitido em 2008 por Guernsey, com a temática Automobilismo. Cliquem nele para ver tudo!!!
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Aniversário da Dani: O recado abaixo veio do amigo Favarão e faço minhas as suas palavras:
"No dia 13 de junho, os colecionadores da
Sociedade Filatélica e Numismática e o Clube Filatélico Mirim, de São José
do Rio Preto, se reuniram para comemorar mais um ano de vida da Daniela
Berti Cotrim, gerente da Agência Filatélica de Rio Preto. "Dani" como é
carinhosamente chamada pelos filatelistas pelo seu pronto atendimento,
dedicação e relacionamento, dedica seu trabalho na Agência Filatélica a 5
anos, sempre bem humorada e adora fazer festas surpresas (aniversários) para
o filatelistas que frequentam sua agência.
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Macau: Nos últimos dias, colocamos à venda quase todas as emissões de Macau dos anos 2006 a 2009. São séries, blocos e máximos postais muito interessantes, principalmente para coleções temáticas, como a série e bloco que retratam esta matéria, emitidos em 2006, em homenagem à Companhia de Jesus. E os preços das emissões de Macau são bem acessíveis. Para vocês terem uma idéia, a série de 5 máximos postais à direita (Ano do Boi/2009) estamos vendendo por apenas R$ 15,00 - mais baratos até que os nacionais... Cliquem em qualquer uma das imagens para verificar tudo que tem disponível. Garanto que vale a pena!
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Livro Marcas da Natureza: Os Correios de Portugal lançaram o livro "Marcas da Natureza". Belíssima obra em 28 páginas, contém os FDCs de cinco séries emitidas em 2008: Ano Internacional do Planeta Terra, A Epopéia do Azeite, Ano Polar Internacional, 100 Anos das Regiões Demarcadas e Priôlo/Açores. O preço de venda deste livro é o mesmo dos cinco FDCs adquiridos avulsos. Brevemente teremos o dito cujo à venda na nossa Loja...
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FDCs Não Oficiais: Já disponibilizamos na Loja os nossos FDCs Não Oficiais das três últimas emissões. Para quem ainda não conhece, estes FDCs são produções exclusivas da Filatelia77, confeccionados nos envelopes 'olho de boi' dos Correios, para garantir qualidade e padronização das peças. Clicando em qualquer um deles, vocês poderão verificar estes e os demais emitidos em 2009...
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Selo Personalizado e Carimbo Comemorativo aos 50 Anos do Rotary Club de Osasco: O lançamento do carimbo comemorativo e do selo personalizado em homenagem aos 50 anos do Rotary Club de Osasco foi o ponto alto de uma cerimônia realizada em 29 de maio, na Associação Cristã de Moços de Osasco. Duzentas e cinquenta pessoas compareceram ao evento, entre rotarianos e autoridades de Osasco, como o prefeito Emídio de Souza e o presidente da Câmara Municipal, Osvaldo Virgínio. Conduzindo a solenidade, o diretor da regional São Paulo Metropolitana dos Correios, José Furian Filho, convidou para o ato de obliteração Ademar Trevizani e José Bonifácio de Souza Pinto Filho, respectivamente presidente e sócio fundador do Rotary Club de Osasco; Amilton Medeiros Silva e José Antonio Figueiredo Antiório, governadores do Rotary Internacional Distrito 4610 nas gestões 2008/2009 e 1997/1998; e Rosana Trevizani, presidente da Associação das Famílias de Rotarianos de Osasco (AFRO). Após seu discurso, o diretor regional Furiani foi contemplado, pelo presidente do Rotary Club de Osasco, com uma placa comemorativa aos 50 anos da entidade. Na sequência, onze rotarianos com mais de vinte anos de atuação, além do prefeito e do presidente da Câmara Municipal de Osasco, foram agraciados com um quadro de folha de selo personalizado, marcando de forma significativa a emissão filatélica.
Ademar Trevizani e José Furian Filho José Bonifácio de Souza Pinto Filho e Furian
Rosana Trevizani e Furian Amilton Medeiros Silva e Furian
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França: O bloco ao lado foi lançado recentemente pela França e já está disponível na nossa Loja. É composto de dez selos diferentes, retratando cada um parte da história do chocolate, a partir das favas de cacau originárias da América Central e da Amazônia à introdução do chocolate na corte do rei Charles 5º, no século 16. Detalhe: além do aroma de chocolate, o bloco também tem sabor do produto na goma. Além deste bloco, temos quase todas as emissões francesas de 2009 e várias dos últimos anos, que colocamos à venda recentemente. Já sabem: é só clicar na imagem para ver tudo...
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Encontro de Timbó: Infelizmente, não pudemos estar presentes no Encontro de Timbó deste ano, que aconteceu nos dias 13 e 14 de junho - já me desculpei com o amigo Gebauer. E foi uma pena, pois todos que estiveram presentes comentaram o grande sucesso por lá. Não poderia ser diferente, pois os amigos Gebauer e Sr. Curt são mestres na arte de organizar os tradicionais encontros daquela cidade e, principalmente, na arte de bem receber os amigos. Prometo a eles que no próximo ano estaremos presentes... As fotos comprovam o sucesso:
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Lotes Países: Além dos lotes com 100 selos de cada país (53 países diferentes) disponibilizados recentemente, por um preço bem acessível (somente R$ 8,00, saindo 8 centavos cada selo), a novidade é o lote ao lado, com 300 selos de 300 países ou órgãos emissores diferentes. Ideal para quem deseja fazer uma coleção representativa, com um selo de cada país. Apesar de ser difícil montar um lote assim, estamos vendendo o dito cujo por apenas R$ 30,00, ou seja, 10 centavos cada selo. Aproveitem, são poucos lotes em estoque...
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Bronca nos Correios - Onde estão os selos "Telegrama"?: Vocês se lembram do selo regular Telegrama, que os Correios lançaram no dia 20 de março, em comemoração aos 40 anos da ECT? Pois bem, o dito cujo, passados mais de três meses (vejam bem, repito, mais de três meses) do lançamento oficial, ainda não foi disponibilizado para venda na Agência Filatélica de São Paulo, nem na Agência Central de São Paulo e, pelo que sei, na maior parte das agências do Brasil. Vejam a imagem acima: é o fragmento de um envelope, postado no dia 8 de junho, na Agência Paula Ferreira, também da cidade de São Paulo, franqueado com três dos ditos cujos. Quando recebi esta imagem, questionei porque ainda não estava à venda nas agências central e filatélica, mas, pasmem, meus amigos: ninguém dentro dos Correios tem a capacidade de informar onde estão estes selos, nem quando estarão disponíveis para venda em todas as agências. Esta é a organização que temos nos nossos Correios, quando se trata de distribuição de produtos e/ou selos para venda...
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Política de Preços/Descontos da FILATELIA77:
Descontos válidos para todo o site - para pagamentos à vista (depósito/transferência bancária) ou cartão de crédito em parcela única: - 5% para compras acima de R$ 50,00 - 10% para compras acima de R$ 100,00 Parcelamentos nos cartões de crédito: O parcelamento poderá ser em até seis vezes, desde que o valor mínimo de cada parcela seja R$ 30,00, nas seguintes condições: - Duas ou três parcelas: sem descontos nem acréscimos, ou seja, os mesmos preços informados na Loja - Quatro a seis parcelas: acréscimo de 10% sobre os preços informados na Loja
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ColeçõesPassatempo ou obsessão? Desde que o mundo é mundo, há pessoas que se dedicam ajuntar bugigangas. O que se passa na cabeça delas?Leandro Narloch
Sacos de vômito de avião não têm valor algum, mas tente convencer disso o holandês Niek Vermeulen. Ele não sofre enjôos terríveis durante vôos, sequer tem medo de avião: Vermeulen é um colecionador. Guarda 3.240 sacos de vômito – vazios, pelo menos a maioria deles – que podem dar-lhe o título de maior colecionador do mundo na categoria. Sim, existem outros nessa atividade, assim como há fanáticos por selos ou qualquer outra coisa. Desde que o ato de colecionar deixou de ser restrito a reis e aristocratas, há cinco séculos, é difícil dizer o que ainda não virou coleção. Figurinhas, fetos, latinhas de cerveja, pedras de rim, bolacha de chope, jóias, embalagens usadas, defuntos, nada escapou dos fiéis seguidores da tradição de juntar e guardar bugigangas. Afinal, por que alguém resolve
gastar dinheiro com coisas que não vai usar? Por que é preciso possuí-las, e
não só saber que elas existem? Apesar de não colecionar objetos, o
historiador alemão Philipp Blom coleciona teorias
"Um mundo diferente, mais significativo, mais ordenado, pode nos falar a partir de coisas humildes, como sapatos ou garrafas, autógrafos ou primeiras edições, os quais, em seu agradável arranjo, em sua estrutura e variedade, nos falam da beleza, da segurança; e cada objeto que tanto desejamos é, de fato, um atributo daquilo que desejamos", diz o historiador. Ou seja: coleções ajudam a nos livrarmos da impotência de não coordenarmos inteiramente nem mesmo a nossa vida. Mas não pense que todo colecionador é um sujeito mal-amado, reprimido, solitário. Colecionar quando criança tem lá suas vantagens. Ensina-nos a organizar e controlar as coisas, decidir a vida e a morte de cada objeto. Eis uma boa forma de aprender a tomar decisões e a lidar com o mundo exterior. Colecionar quando criança também funciona como um jeito de se abrir para relações íntimas. "É por isso que muitas crianças param de colecionar na puberdade, quando o sexo passa a ser um novo caminho para se relacionar com o mundo e as coleções são substituídas por pessoas, tratadas com a mesma importância e intimidade", afirma o historiador Blom. Quem passa da adolescência e continua colecionando pode ter sido fisgado pelo saudosismo. Muitos colecionadores voltam ao hábito depois de adultos para reviver o tempo que jogavam bafo com o vizinho ou iam de mãos dadas com o pai comprar brinquedos. "Virei colecionador por saudades", conta o ítalo-brasileiro Antonio Apuzzo, dono de 6.750 carrinhos de brinquedo, que lhe valeram uma participação no Livro Guinness dos Recordes de 1997 como o maior colecionador de miniaturas do mundo. "Gosto muito de lembrar que ia com meu pai para o centro da cidade comprar os carrinhos", diz ele, que precisa de três cômodos de sua casa para guardar os brinquedos. Brinquedos? Bem, as peças de Apuzzo não são para brincadeiras. A regra número 1 de um colecionador de respeito é não usar o objeto para seu fim primário. As latas de uma coleção de cervejas, por exemplo, devem estar cheias – embora não haja motivo lógico para isso. Para Blom, esse é um dos lados mais dramáticos do colecionismo: ao tentar recriar mundos passados, o colecionador destrói sua coleção para o mundo. "Tudo o que colecionamos, seja o que for, precisamos matar", afirma. Ele não se refere só a borboletas, besouros ou animais empalhados. O colecionador, no entanto, não enxerga seus badulaques como objetos mortos. Pelo contrário: quando um selo vai para um álbum, passa a ser visto com olhos mais atenciosos e brilhantes. Um defeito no corte ou na impressão, que passaria despercebido por pessoas comuns e carteiros, passa a ser valorizado. Em coleções de objetos produzidos em massa, imperfeições dão à peça uma individualidade e um preço diferenciado. Com sorte, o objeto pode admitir as palavras preferidas dos colecionadores: "único do mundo".
Colecionar para descobrir É bem provável que o homem pré-histórico já tivesse, num cantinho da caverna, uma coleção de crânios como talismãs. Sabe-se hoje que já existiam colecionadores na Roma antiga e até no Egito – o faraó Tutancâmon tinha o seu acervo de cerâmicas finas. Mas o colecionismo só saiu das mãos dos reis quando a visão medieval do mundo se enfraqueceu, no século 16. Depois de perceber que poderia perseguir a eternidade neste mundo, e não no céu, o homem passou a prestar mais atenção em si mesmo – uma onda de auto-retratos invadiu a Europa – e nas coisas da natureza. É aí que entram a ciência e, na garupa, o colecionismo. "Gabinetes de espécies naturais foram os principais locais de pesquisa e de divulgação científica antes dos laboratórios", afirma Silvia De Renzi, historiadora da ciência da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Para analisar e conhecer a natureza, era preciso guardar e comparar tudo que havia de estranho pelo mundo. "As coleções foram fundamentais para a organização da natureza como fazemos hoje", diz Silvia. Na euforia de conhecer a natureza e juntar objetos curiosos, os nobres enviavam marinheiros mundo afora para adquirir tudo que fosse digno de nota. Os portos de Roterdã e Amsterdã enchiam-se de coisas maravilhosas e exóticas: conchas, moedas estrangeiras, múmias, artefatos chineses. Essas expedições fizeram a Europa conhecer tecnologias diferentes e se modernizar. Sem elas, hoje, até mesmo a paisagem de alguns países seria diferente. Destacado para encontrar plantas exóticas pelo planeta para enfeitar o palácio de Buckingham, o jardineiro inglês John Tradescant percorria o mundo de carona em navios caça-piratas no século 18. Na volta, levava ao país espécies como a castanha, a tulipa e o limão – além de artigos de vestuário, urnas e o que mais se podia imaginar. E à época se imaginava muito. O conhecimento científico, na Idade Moderna, ainda engatinhava, por isso não era tão científico assim. Os colecionadores expunham "achados da natureza" que hoje pareceriam puro estelionato. Uma das mais badaladas coleções da Itália, a exposição de Ulisse Aldrovandi, chegou a ter 20 mil objetos, mas apenas um deles era responsável por atrair estudiosos e nobres de toda a Europa no século 14: um corpo de um filhote de dragão. Baseado em sua "relíquia", o colecionador escreveu o tratado Dracologia, sete tijolões em latim sobre a complexa anatomia do bicho – que, diga-se, não passava de um prosaico lagarto. Seria injusto rotular Aldrovandi de vigarista: ele era apenas um cientista ainda sem o domínio da natureza. Naqueles tempos, outras coleções da Europa também estavam repletas de chifres de unicórnios, aqueles cavalos com um chifre na testa que são atraídos por virgens, vivem em locais mágicos e, sobretudo, não existem. Não demorou muito para os curiosos descobrirem o corpo humano – e o colecionarem. Acervos de respeito, nos séculos 16 e 17, tinham que ter também pelo menos uma cabeça, um feto ou mesmo um corpo inteiro. Nessa seara, ninguém superou o imperador russo Pedro II, o Grande. Conhecido por surrar quem se recusasse a freqüentar suas festas, incendiar casas para ficar mais calmo e ser o primeiro da frente de batalha nas guerras, Pedro também era dado ao colecionismo. Um dos seus temas preferidos eram dentes, cuja exposição existe até hoje, com o rótulo original: "Dentes extraídos pelo imperador Pedro de diversas pessoas" (o czar mandava capturar súditos para extrair-lhes os dentes). Seu acervo tinha também um diferencial que o destacava de todas as outras coleções européias: gente viva. Um hermafrodita, por exemplo, recebia salário para somente existir e não se distanciar do castelo. A peça predileta do czar, porém, era Foma, o Anão. Além da baixa estatura, Foma tinha só dois dedos em cada mão e pé, parecidos com garras. À medida que os fenômenos naturais eram explicados, não tinha mais graça guardar esquisitices. No século 19, a nova ordem era catalogar tudo, todos os elementos químicos, todos os seres vivos, todas as partes do corpo humano. As áreas temáticas foram divididas – e assim surgiram os colecionadores especializados. Os colecionadores de tudo passaram a manter coleções de borboletas e só borboletas, pedras e apenas pedras, selos e somente selos. Um dos últimos e mais famosos dos "colecionadores de tudo" foi o químico e médico inglês Hans Sloane. Sua memorabilia incluía besouros, aranhas, cobras, borboletas, além de 268 focas, 756 cálculos renais e o corpo de uma criança com quatro braços e quatro pernas. Mesmo quando atraíam curiosos de toda parte, coleções assim se tornavam um trambolho com a morte do dono. O destino de coleções como a de Sloane acabava sendo uma instituição que também estava na moda: o museu. Quando morreu, em 1753, Sloane deixou seu acervo para a Real Sociedade de Londres – a doação resultou no nascimento de nada menos que o Museu Britânico, hoje um dos mais importantes do mundo. Outro museu europeu, o Ashmolean Museum, nasceu da arca de Tradescant, o homem que levou a tulipa e a castanheira para a Inglaterra, por exemplo. Nessas novas galerias, porém, as coleções eram organizadas de modo sistemático – segundo a recém-inventada nomenclatura das espécies que usamos até hoje. Cem anos depois, as coleções dos museus seriam usadas pelos países colonialistas – Inglaterra e França, notadamente – para afirmarem sua força. A ordem era encher os museus com relíquias pilhadas de nações como a Grécia e o Egito: as peças seriam uma prova da subordinação dos países conquistados. Assim nasceram as coleções de artefatos egípcios no Museu do Louvre, em Paris. Durante todos esses séculos, a vontade de juntar bricabraques também esteve ligada aos objetos sagrados. O problema é que aquela que seria a principal relíquia cristã – o corpo de Cristo – não existia. Segundo o próprio cristianismo, Jesus havia subido aos céus para sentar-se à direita do Todo-Poderoso. Sem o tesouro-mor, os colecionadores logo se voltaram para objetos como a cruz, o santo sudário e os pregos que teriam crucificado Jesus. Apesar de terem sido usados só três pregos (um em cada braço e outro nos pés cruzados), 29 cidades da Europa afirmavam possuir uma das peças que fincaram Jesus na cruz, segundo Blom. Também perambulavam pela Europa dentes de Cristo, fios de cabelo de Cristo, fios da barba de Cristo. E até mesmo gotas do leite dos seios da Virgem Maria eram exibidos em 69 igrejas européias.
Coleções para todos O costume de venerar objetos sagrados continua com toda força. Nós apenas trocamos de figurinhas. Um rapaz de 16 anos pode não dar a mínima para o Santo Sudário, mas nada garante que ele não vá tremer na base se puser na cabeça um capacete que foi usado por Ayrton Senna. "Pouca gente é imune ao culto aos antepassados e à magia física no tempo", afirma Blom. Quanto mais intimidade o colecionador quer ter com a celebridade morta, mais íntimos são os objetos que procura guardar como talismãs. Você pode se perguntar o que o culto a relíquias cristãs tem a ver com um álbum de cartões telefônicos. Mas o impulso que move as duas coleções é o mesmo: resgatar um mundo que não existe mais e, se possível, ser capaz de controlá-lo. Se a motivação permaneceu imutável por séculos, não se pode dizer o mesmo do perfil dos colecionadores. A partir do século 20, a produção em massa possibilitou que coisas antes restritas a reis – do papel higiênico perfumado e com marcas em alto-relevo a um copo de vidro – fossem acessíveis a toda a população. Antes, quem quisesse colecionar tinha de viajar pelo mundo, encontrar espécies raras de borboleta. Hoje, bugigangas coloridinhas, engraçadinhas, fofinhas e quase sem valor são reapropriadas: em vez de ir para o lixo, vão parar na gaveta ou na prateleira de gente que gosta de comprá-las, não tanto de usá-las. Se a bugiganga for produzida em edições limitadas, como cartões telefônicos, cairá no gosto de colecionadores facilmente. A propósito, esse negócio de completar uma coleção é outra novidade do século 20. "Só com a produção em massa surgiu a idéia do conjunto completo", afirma o historiador alemão. Antes dela, os sujeitos que saíam pela floresta para apanhar borboletas ou admiradores de orquídeas nunca pensaram em chegar ao fim de sua coleção. A indústria logo percebeu que hoje, pelo menos para as crianças, o legal é completar o álbum, ter todos os pokémons ou toda a série de miniaturas que recheiam ovinhos de chocolate. No meio dessa inundação de coisas baratas, o que representa a história de uma época vira coleção com mais importância. Panfletos, pacotes de leite, embalagens de comida passam a valorizar a cada dia que ficam mais antigos e fora de moda. Décadas depois, são raridades: não há exemplo melhor do cotidiano de uma época que seu próprio lixo. O inglês Robert Opie, que guarda cerca de 500 mil embalagens, de caixas de televisão a caixas de fósforo, começou sua mania de juntar coisas quando comia salgadinhos. "Pensei no enorme pedaço de história social que eu estava prestes a jogar fora", conta ele, que vive de vender ou alugar para filmes de época algumas embalagens. Objetos aparentemente banais podem atingir valores absurdos para quem não é do ramo. Um exemplar do olho-de-boi, o primeiro selo brasileiro e um dos primeiros do mundo, impresso em 1843, chega a valer hoje 2,3 milhões de reais. O alto custo da brincadeira, entretanto, não intimida alguns compulsivos sem dinheiro. O americano Stephen Blumberg, por exemplo, foi preso em 1990 por ter roubado 24 mil livros raros de 268 bibliotecas. Ele se defende: roubou não para vendê-los, mas apenas porque "precisava tê-los". Colecionar é uma atividade dramática não só para loucos como esse. À parte as coleções de figurinhas e bonecos, elas nunca acabam. Sempre haverá o próximo selo criado por alguma ilha asiática ou mais um carro para ser miniaturizado. E não adianta lutar contra isso. Um colecionador, mesmo quando obtém uma raridade, não sente seu desejo atenuado. Na verdade, nada é mais triste, para um colecionador, que pensar em completar uma coleção. Como afirma o historiador Blom, quando as mãos seguram a nova aquisição, os olhos já vislumbram a próxima peça.
(Matéria extraída do site http://super.abril.com.br)
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